Google obrigado a remover 'cadáver' de imagens do serviço Street View Brasil


O Google foi forçado a retirar imagens gráficas do seu serviço Street View no Brasil, após ter capturado imagens de cadáveres


Bodies in Brazil: the perils of Google Street View South American-style:Google forced to remove 'dead body' images from Brazil Street View service
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Um corpo nas ruas da cidade brasileira de Belo Horizonte Foto: GOOGLE
Bodies in Brazil: the perils of Google Street View South American-style: Google forced to remove 'dead body' images from Brazil Street View service
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Um corpo deitado de Janeiro Avenida Rio Presidente Vargas Foto: GOOGLE

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Procuradoria denuncia Marcos Valério e mais seis por 'valerioduto

Ex-procurador da Fazenda é suspeito de receber dinheiro do esquema



O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, seus dois sócios na empresa Tolentino & Melo Associados, Rogério Lanza Tolentino e José Roberto Moreira de Melo, o ex-procurador da Fazenda Glênio Sabbad Guedes, sua esposa, Cibele Gomes Giacoia, e os pais de Guedes - Ramon Prestes Guedes de Moraes e Sami Sabbad Guedes - foram denunciados esta semana pelo procurador da República Antônio do Passo Cabral junto à 3ª Vara Federal Criminal do Rio pelos crimes de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência, falsidade documental e lavagem de dinheiro.
Segundo o procurador Cabral, quando ainda era procurador da Fazenda Nacional, Guedes recebeu propina e benesses do chamado "valerioduto", que era operado por Marcos Valério e seus dois sócios com a finalidade de praticar atos em favor de bancos e instituições financeiras ligadas ao esquema do "mensalão" junto ao CRSFN (Conselho de Recurso do Sistema Financeiro Nacional), conhecido como "Conselhinho", no qual o procurador da Fazenda tinha assento.
A acusação tem por base diversos processos administrativos instaurados pela AGU (Advocacia Geral da União) que culminaram com a demissão de Guedes - medida que ele tenta reverter com ações judiciais. Já na denúncia do mensalão apresentada pelo então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, incluía Guedes na "rede própria de servidores corrompidos" que Marcos Valério mantinha para "facilitar suas atividades ilícitas".
Na época, ele não foi denunciado pela necessidade de se aprofundarem as investigações. No esquema montado, segundo o procurador Cabral, os bancos repassavam dinheiro ao esquema de Marcos Valério quando havia julgamento no Conselhinho que lhes interessava.
Procurado nesta semana, Glênio não foi encontrado. Seu pai, Ramon, além de não fornecer o telefone do filho, se recuou a comentar a denúncia, alegando que responde a muitas ações e precisa conhecer o teor desta nova. Já o advogado mineiro Marcelo Leonardo, que defende Marcos Valério, resumiu a explicação que seu cliente e os sócios dele deram para acusações com relação ao procurador da Fazenda:
- Eles negam estas acusações e dizem que houve apenas uma relação profissional entre o escritório de Rogério Tolentino e do advogado Ramon Guedes, não tendo ocorrido tráfico de influência. Em relação ao procurador Glênio, Valério o conhecia apenas de atividades hípicas.
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Hyundai Tucson: Novo lá fora e antigo aqui no Brasil?


Recentemente foi divulgada uma redução de 75% na produção do Hyundai Tucson, pela fábrica da CAOA em Anápolis-GO. O modelo começará sua produção nacional em junho deste ano, segundo a CAOA. Mas, lá fora a segunda geração do Tucson começar a tornar-se cada vez mais definida.
Já foram flagradas algumas unidades do novo modelo, ainda em testes e com pesadas camuflagens para despitar a mídia automotiva mundial, tentando criar uma surpresa geral quando do lançamento do modelo.
Essa renderização do Novo Tucson é apenas um esboço do que poderá ser o visual do modelo, que vai focar seu alvo em peso-pesados da concorrência internacional, como o Honda CRV, Chevrolet Captiva, VW Tiguan, Ford Kuga, Mitsubishi Outlander, entre outros.
hyundai tucson novo la fora e antigo aqui no brasil 2 Hyundai Tucson: Novo lá fora e antigo aqui no Brasil?
O Novo Tucson será um modelo totalmente novo, focado em ter um melhor espaço interno, custo xbenefício, além de agregar novos propulsores a diesel e a gasolina. Destes, o destaque será para um novo 2.0TDI (common-rail), aliado à uma nova transmissão automática de seis marchas, que vai otimizar o consumo e melhorar o desempenho.
Mas, se lá fora o Tucson vai ficar realmente novo, e por aqui? A CAOA garante a produção do Tucson aqui, mas qual deles? O atual ou o novo? É estranho que a CAOA venha querer produzir o atual modelo aqui, justamente quando o novo modelo já está surgindo.
Ano passado o Tucson vendeu quase 20 mil unidades por aqui e segundo os dados da CAOA, seriam produzidos 3.000 unidades/mês, o que daria 36 mil por ano! Com essa redução, aparentemente por causa da crise, o número de Tucson por ano ficaria em apenas 6.000 unidades!
Esse número é até inferior ao de Kia Sportage vendidos aqui. Só a Captiva deverá vender este ano, tanto quanto o Tucson vendeu em 2008. Então, porque uma produção tão baixa para um modelo que venderia isso em poucas semanas?
Das duas, uma. Ou o Tucson nacional será o novo modelo, maior, mais caro e por isso com produção reduzida. Ou poderá deixar o caminho livre para concorrentes como a Captiva, dominarem o mercado que já foi dele.
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